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  • Foto do escritorBrenno Zanardo

Quando será a próxima alta dos imóveis?


Hoje eu queria trazer para vocês, investidores que sempre acompanham as novidades sobre o mercado de leilão de imóveis e investimentos aqui na D1, uma análise sobre quando teremos o próximo aumento de buscas por imóveis e a consequente alta em seus valores!

A ideia é passar uma ótica mais ‘macro’ dos índices e tendências que impactam o mercado imobiliário, para tentarmos entender para onde estamos indo e um panorama de quando acredito que será a próxima alta.

Então, vamos lá?

FATORES FUNDAMENTAIS DA ANÁLISE:

Na minha ótica o aumento dos imóveis está estreitamente condicionado a 2 fatores fundamentais.

1 - Crédito barato

A grande maioria das pessoas que procuram imóveis não possuem dinheiro para o pagamento à vista. De acordo com pesquisas da Datastore, são mais de 12 milhões de famílias que têm intenção de adquirir um imóvel nos próximos meses, sendo que a maioria irá recorrer a financiamentos.

O financiamento é a grande ferramenta utilizada para adquirir os imóveis. Ou seja, as pessoas pegam dinheiro emprestado do banco, em troca do pagamento de juros e taxas.

Olhando apenas para este primeiro fator, percebemos que o mercado se aquece muito quando esses financiamentos estão mais baratos (pessoas comprando mais) e desacelera quando o financiamento está mais caro (pessoas comprando menos).

2 - Índices de empregos

O outro fator que é substancial para o crescimento, não apenas do mercado imobiliário, mas também como de qualquer outro, são os índices de emprego. As pessoas precisam estar empregadas para terem acesso aos créditos bancários, já que os próprios bancos realizam análises para saber se aquela pessoa terá condições para cumprir com as parcelas do financiamento.

Tendo em vista esses dois fatores: créditos mais baratos e uma economia aquecida com mais empregos, passamos para a análise global do momento em que vivemos atualmente:

Estamos em um momento em que acabamos de passar por dois anos de pandemia e com a guerra na Ucrânia, a qual envolve um dos principais produtores de energias fósseis do mundo para geração de combustíveis, a Rússia.

E toda essa combinação de fatores fez com que a economia global entrasse em inflação. Ou seja, todos os países, incluindo o Brasil, se encontram nesse momento de aumento dos preços.

O FUNCIONAMENTO DO CONTROLE DE INFLAÇÃO

Para falarmos sobre o controle da inflação, faremos uma rápida analogia a um paciente em estado febril:

Quando um paciente se encontra em estado febril, o médico começa a ministrar certos medicamentos para controle da temperatura corporal, como a dipirona, por exemplo. Se a febre está alta, aumentamos a dose do remédio para diminuir a temperatura. Se ela está diminuindo, diminuímos a dose ministrada também.

Da mesma forma, para se manter o controle inflacionário uma das principais ferramentas é a taxa básica de juros, a Selic. Então quando a inflação sobe demais o Banco Central aumenta a Selic para tentar controlar a inflação.

Na última reunião realizada pelo Copom, foi indicado que estamos no TOPO da Selic e que nas próximas reuniões, a tendência é que ela diminua. Isso porque estamos vivendo um momento onde a economia mostra sinais de deflação, principalmente por conta da redução do imposto ICMS e a queda no preço dos combustíveis.

A TENDÊNCIA PARA O CENÁRIO ATUAL

Para o setor imobiliário, a tendência é que o mercado vá se aquecendo ao longo dos próximos anos, já que os juros ficarão mais baratos, se mostrando uma boa oportunidade para que as pessoas adquiram seus imóveis.

O IMPACTO DOS NOVOS EMPREENDIMENTOS

Esse aquecimento do mercado também ocorre porque as construtoras lançam os seus empreendimentos ao enxergarem que a demanda, a busca por imóveis, está aumentando.

Com isso, as construtoras começam a construir novos empreendimentos, cada vez mais modernos e adequados às necessidades da época, o que faz com que o preço médio desse mercado aumente como um todo.

IMÓVEIS SECUNDÁRIOS

O lançamento de novos empreendimentos também aumenta o preço dos imóveis ‘usados’. Com imóveis novos mais caros, grande parte da demanda começa a procura por imóveis mais baratos, ou seja, os secundários, e sempre que há um aumento da procura, há um aumento dos preços

CONCLUSÃO

Daqui para frente, a diminuição das taxas básicas de juros trará os dois principais fatores para aumento dos valores dos imóveis: crédito imobiliário mais barato e aquecimento da economia com consequente geração de empregos.

Uma coisa é fato, o melhor momento para investir é quando ele está em ‘baixa’. E considerando o que foi dito neste texto, acredito que nós estamos neste momento de baixa agora.

Por: Brenno Zanardo - Sócio da D1LANCE Leilões

 

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